
Gosto de escrever…mas acho que não o sei fazer.
Se conseguisse escrever todos os meus pensamentos, penso que faria algo, digamos interessante. Mas o pior é que os pensamentos percorrem-me a uma velocidade estonteante, enquanto os dedos furiosos tentam dedilhar as teclas do computador ao mesmo ritmo.
Não consigo…os pensamentos atropelam as palavras que se tentam desenhar no ecrã que se apresenta diante dos meus olhos.
Vagueio num pensamento desconhecido, enquanto escrevo algo que me parece um código secreto. Jogos rabiscos ao mar, em forma de barcos de papel como numa tentativa de arrancar de mim a desilusão de não conseguir escrever
Entre a fuga das palavras e a debandada da dúvida, a mente solitária, caminha desordenadamente sobre os trilhos da vida.Com os meus sonhos ou devaneios, enrolados em seda, carrego comigo a tristeza junto ao peito, e vagueio na deriva dos tempos tentando encontrar-me. Os meus dedos ainda não esquecidos das palavras, de olhos fechados que se negam a ler, de ouvidos tapados que não deixam saborear o som das palavras.
Assim perco-me na vã tentativa de contar um história para aquecer um coração mais solitário, ou ajudar a abrir as asas de uma imaginação que se recusa a voar.
Se conseguisse escrever todos os meus pensamentos, penso que faria algo, digamos interessante. Mas o pior é que os pensamentos percorrem-me a uma velocidade estonteante, enquanto os dedos furiosos tentam dedilhar as teclas do computador ao mesmo ritmo.
Não consigo…os pensamentos atropelam as palavras que se tentam desenhar no ecrã que se apresenta diante dos meus olhos.
Vagueio num pensamento desconhecido, enquanto escrevo algo que me parece um código secreto. Jogos rabiscos ao mar, em forma de barcos de papel como numa tentativa de arrancar de mim a desilusão de não conseguir escrever
Entre a fuga das palavras e a debandada da dúvida, a mente solitária, caminha desordenadamente sobre os trilhos da vida.Com os meus sonhos ou devaneios, enrolados em seda, carrego comigo a tristeza junto ao peito, e vagueio na deriva dos tempos tentando encontrar-me. Os meus dedos ainda não esquecidos das palavras, de olhos fechados que se negam a ler, de ouvidos tapados que não deixam saborear o som das palavras.
Assim perco-me na vã tentativa de contar um história para aquecer um coração mais solitário, ou ajudar a abrir as asas de uma imaginação que se recusa a voar.

