Será que há um Deus? Se há porque é que não me ouve, nem me ajuda?
Porque é que não me abre o caminho para viver uma vida sem complicações?
Sempre que tento resolver algo eis que me aparece mais qualquer coisa, ou um entrave.
Porquê? Porque é que não mereço sossego, paz, tranquilidade?
Que mal fiz eu para estar todos dias a sofrer, a doer-me a alma?
E porque é que se não me quer indicar um caminho, porque é que não me leva? de uma vez.Só tenho a perder o meu filho, mas sei que ele vai ser um ser humano de valor e, vai saber o quanto eu o amava. Com todas as forças do meu coração, com toda a minha alma.
Toda a gente ficaria melhor sem mim. Deixava de haver dividas, problemas, discussões.
Eu deixaria de existir e tudo ficaria bem.
Não aguento mais esta minha existência sem sentido, esta vida sem alegria, esta dor que me consome todos os dias.
Se existe Deus, porque é que ele não ouve os meus pedidos? Só quero partir...
e se puder olhar pelo meu filho...
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Folha perdida
Isto não é um diário mas quase podia ser. É um caderno virtual onde escrevo todos os meus pensamentos, disparetes, dores, tristeza, devaneios.
É onde eu finjo que tenho uma veia de escritora e, escrevo sem nexo...ou com ele.
É uma forma de desanuviar, de libertar tensão, de me exprimir, de gritar sem fazer barulho.
escrevo a sonhar que alguém leia e que se maravilhe com as minhas estórias banais...
gosto de escrever, só por escrever para chorar algumas lágrimas no ombro imaginário, para falar com alguém que não existe.
não descrevo aqui o que se passa no meu dia-a-dia, pois isso não teria qualquer sentido, aliás a minha vida é desprovida de sentido.
É apenas uma amalgama de problemas que não consigo resolver, nem suportar, nem lutar contra eles...
Sonho com o principe encantado, com a vida calma e tranquila, com alegria e felicidade, com paz de espirito.
Neste momento, a única coisa com que vivo é com tristeza e amargura...com ilusões, com dor...vazio...rancor...
Ai esta cabeça que se perde com tanta facilidade...
não há um fio condutor num texto que escreva...só ideias soltas, só coisas sem sentido....
hoje estou muito cansada e, se calhar, por isso estou mais complicada na tentativa de escrever este "romance"
vou deixar para a apróxima e ver o que é que sai.
É onde eu finjo que tenho uma veia de escritora e, escrevo sem nexo...ou com ele.
É uma forma de desanuviar, de libertar tensão, de me exprimir, de gritar sem fazer barulho.
escrevo a sonhar que alguém leia e que se maravilhe com as minhas estórias banais...
gosto de escrever, só por escrever para chorar algumas lágrimas no ombro imaginário, para falar com alguém que não existe.
não descrevo aqui o que se passa no meu dia-a-dia, pois isso não teria qualquer sentido, aliás a minha vida é desprovida de sentido.
É apenas uma amalgama de problemas que não consigo resolver, nem suportar, nem lutar contra eles...
Sonho com o principe encantado, com a vida calma e tranquila, com alegria e felicidade, com paz de espirito.
Neste momento, a única coisa com que vivo é com tristeza e amargura...com ilusões, com dor...vazio...rancor...
Ai esta cabeça que se perde com tanta facilidade...
não há um fio condutor num texto que escreva...só ideias soltas, só coisas sem sentido....
hoje estou muito cansada e, se calhar, por isso estou mais complicada na tentativa de escrever este "romance"
vou deixar para a apróxima e ver o que é que sai.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Há uns textos atrás dizia que me sentia seguida por uma fileira de pessoas que nada me dizem. Mas estes últimos dias, mostraram-me o quanto estou enganada. Apesar de não serem muitos, tenho um pequeno "bando" de amigos, que me apoiam, que de dão alento, que me confortam.
E sinto-me grata por poder ter isso, pois tal faz-me sentir bem, acarinhada...
A amizade é de facto algo que tem de ser incondicional, que tem de ser dada sem se esperar retribuições.
É a luz, a fogueira, o sol das nossas vidas. Sem a amizade não seriamos nada, apenas seres viventes, sem qualquer tipo de virtude, emoção, calor.
Para os meus amigos e, quem um dia ler isto vai de imediato saber quem são, um obrigado. Obrigada pelas palavras, pelo ombro amigo, pela casa de acolhimento, pela disponibilidade, pelos puxões de orelhas, pelos ralhetes, pelo carinho e amor.
Que seria de mim nesta fase tão amargurada da minha vida, se vocês não estivessem por perto, para me fazerem entender que de facto sou importante, que sou forte, corajosa e que há quem goste de mim.
Não tenho mais palavras para vos demonstrar a minha gratidão, apenas vos posso dizer que espero não vos desiludir um dia quando precisem do mesmo conforto e carinho.
Obrigada do fundo do meu coração, um abraço temperado com uma lágrima emocionada por saber que existem amizades verdadeiras...
Não sabem o quanto me deu alento, o quanto me animou, o quanto me aqueceu a alma atormentada esta demonstração de afecto.
Uma vez mais grata a vós 3.
beijos do fundo do coração
E sinto-me grata por poder ter isso, pois tal faz-me sentir bem, acarinhada...
A amizade é de facto algo que tem de ser incondicional, que tem de ser dada sem se esperar retribuições.
É a luz, a fogueira, o sol das nossas vidas. Sem a amizade não seriamos nada, apenas seres viventes, sem qualquer tipo de virtude, emoção, calor.
Para os meus amigos e, quem um dia ler isto vai de imediato saber quem são, um obrigado. Obrigada pelas palavras, pelo ombro amigo, pela casa de acolhimento, pela disponibilidade, pelos puxões de orelhas, pelos ralhetes, pelo carinho e amor.
Que seria de mim nesta fase tão amargurada da minha vida, se vocês não estivessem por perto, para me fazerem entender que de facto sou importante, que sou forte, corajosa e que há quem goste de mim.
Não tenho mais palavras para vos demonstrar a minha gratidão, apenas vos posso dizer que espero não vos desiludir um dia quando precisem do mesmo conforto e carinho.
Obrigada do fundo do meu coração, um abraço temperado com uma lágrima emocionada por saber que existem amizades verdadeiras...
Não sabem o quanto me deu alento, o quanto me animou, o quanto me aqueceu a alma atormentada esta demonstração de afecto.
Uma vez mais grata a vós 3.
beijos do fundo do coração
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Estou tão só
Sinto que estou perdida neste mundo. Que por muito que tente encontrar um destino, um rumo, um local onde coloque os alicerces da minha vida, encontro pouco mais do que tristeza, dor, desilusão.
Adormeço á noite com um sonho impossível, uma recordação irrepetível. Mas finjo que é real, e sinto-me aconchegada, protegida, acompanhada.
Fecho os olhos e recordo. Imagino. Liberto este mente confusa e estranha.
Sei que me prendi a um passado sem futuro, mas ajuda-me a embalar nos meus receios nocturnos.
Sinto-me invadida por uma sensação de frio, de abandono. De desconforto.
Tão perdida me sinto que escondo, que me retraio. Sinto-me desmotivada, desconfortável, como se um sono poderoso me tivesse acorrentado e eu não consigo sentir energia para tentar-me libertar dele.
Não tenho nada...só uma multidão de gente que nada me diz. Só uma fileira de pessoas que continuamente me decepcionam.
Não tenho nada, um espaço, um canto, um abraço, um beijo.
Adormeço á noite com um sonho impossível, uma recordação irrepetível. Mas finjo que é real, e sinto-me aconchegada, protegida, acompanhada.
Fecho os olhos e recordo. Imagino. Liberto este mente confusa e estranha.
Sei que me prendi a um passado sem futuro, mas ajuda-me a embalar nos meus receios nocturnos.
Sinto-me invadida por uma sensação de frio, de abandono. De desconforto.
Tão perdida me sinto que escondo, que me retraio. Sinto-me desmotivada, desconfortável, como se um sono poderoso me tivesse acorrentado e eu não consigo sentir energia para tentar-me libertar dele.
Não tenho nada...só uma multidão de gente que nada me diz. Só uma fileira de pessoas que continuamente me decepcionam.
Não tenho nada, um espaço, um canto, um abraço, um beijo.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Não consigo de todo encontrar sentido na minha vida.
Há tanto rebuliço, confusão, questões não respondidas que me sinto completamente desgovernada.
Tenho tanto em que pensar que quando penso nem sei por onde começar. Tudo para mim me desperta medo, receio. Não durmo porque estou em pânico, em sobressalto.
Durante o dia, vivo letargica sem saber como reagir ao ritmo do dia a dia.
Anseio desesperadamente por me enfiar na minha cama e chorar. Mas nunca tenho tempo para isso.
Não tenho tempo para mim, para a minha tristeza. Sinto que necessito de gritar o despespero que me atormenta. Nada me faz animar, nada me faz sentir confortada. E já nem o meu loirinho me faz sentir com forças. Aliás olho para ele e, sou assaltada pelo tormentado receio de um dia ele deixar de me amar. Medo de ele crescer e não gostar de mim. Medo de deixar de o ter nos meus braços.De sentir o seu cheiro de bebé. Dos beijinhos cheios de carinho.
Tudo me tolda a consciência de que tenho de tentar reagir a todo este pânico. Não consigo afastara da ideia que o meu futuro é tudo menos bom.
Sinto-me falhada, frustada, vazia, perdida. Devastada.
Não vejo em mim nada de bom, não transmito paz e serenidade a ninguém. Muito menos a mim. Estou insegura, vunerável...estúpida.
Se pudesse deixava de existir, escondia num sitio bem isolado, bem calmo, bem afastado de tudo e de todos.
deixava cair os braços e vegetava. até que deixasse de existir vida em mim. um folego de ar.
estou tão cansada de lutar e sobreviver....
Há tanto rebuliço, confusão, questões não respondidas que me sinto completamente desgovernada.
Tenho tanto em que pensar que quando penso nem sei por onde começar. Tudo para mim me desperta medo, receio. Não durmo porque estou em pânico, em sobressalto.
Durante o dia, vivo letargica sem saber como reagir ao ritmo do dia a dia.
Anseio desesperadamente por me enfiar na minha cama e chorar. Mas nunca tenho tempo para isso.
Não tenho tempo para mim, para a minha tristeza. Sinto que necessito de gritar o despespero que me atormenta. Nada me faz animar, nada me faz sentir confortada. E já nem o meu loirinho me faz sentir com forças. Aliás olho para ele e, sou assaltada pelo tormentado receio de um dia ele deixar de me amar. Medo de ele crescer e não gostar de mim. Medo de deixar de o ter nos meus braços.De sentir o seu cheiro de bebé. Dos beijinhos cheios de carinho.
Tudo me tolda a consciência de que tenho de tentar reagir a todo este pânico. Não consigo afastara da ideia que o meu futuro é tudo menos bom.
Sinto-me falhada, frustada, vazia, perdida. Devastada.
Não vejo em mim nada de bom, não transmito paz e serenidade a ninguém. Muito menos a mim. Estou insegura, vunerável...estúpida.
Se pudesse deixava de existir, escondia num sitio bem isolado, bem calmo, bem afastado de tudo e de todos.
deixava cair os braços e vegetava. até que deixasse de existir vida em mim. um folego de ar.
estou tão cansada de lutar e sobreviver....
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